quinta-feira, 30 de agosto de 2012

EBSERH REJEITADA PELO CONSELHO (COUN) DA UFPR

          Em época de eleição tudo se fala tudo se promete, em meio a  campanha a reitor  da UFPR, o que deixaria mesmo o povo celetista tranquilo é se o candidato a reeleição Zaki Akel  ,tornasse publico aos 1.200 funcionários da  fundação da universidade do parana,o acordão firmado junto ao Ministério publico do trabalho( MPT)TRT-PR-ACP 8-2002 .segundo tribunal de contas da união esses funcionários tem seu contrato de trabalho ilegal qual deu prazo para demissão em massa 31/12/2011 esse prazo prorrogou-se até criação da Empresa brasileira de serviços hospitalares(EBSERH). O Reitor diz na ultima linha da matéria em questão: " Rejeitada a Ebserh, vamos buscar, com lideranças do governo e com o MEC, outras formas de resolver isso”, afirmou. Mas se me lembro, já houve no passado assembleias comunitárias, reuniões com essas forças politicas é importante lembrar quem eram essas forças políticas ( Gleisse Hoffmann então senadora, Angelo Vanhoni Deputado Federal na época e o Ministro de Planejamento Paulo Bernardo) e a solução apontada foi a EBSERH. O que quero não é estabelecer terror, até porque, o fato da EBSERH ter sido rejeitada por hunanimidade na data de hoje, confere aos trabalhadores através de seus legítimos representantes com assento no COUN ,a VITÓRIA da primeira batalha , desta verdadeira guerra que ora começa. Pois os desdobramentos com a rejeição da empresa hão de vir por parte do Governo Federal.                                      Abaixo etrevista na integra e link:                                                                              Conselho Universitário (Coun) da Universidade Federal do Paraná (UFPR) aprovou na manhã desta quinta-feira (30) resolução contrária à implantação da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) no Hospital de Clínicas (HC) da UFPR. De acordo com o reitor da instituição, Zaki Akel Sobrinho, a universidade invocou a própria autonomia para tomar a decisão.                                                                                                    
                   Com a vinculação à empresa, as universidades abrem mão da administração dos hospitais universitários, e a gestão desses espaços fica por conta da empresa. A contratação dos funcionários passa a ser feita por meio de processos seletivos simplificados (nos dois primeiros anos) e concurso público, a partir desse prazo, segundo o regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).
“Fizemos uma análise detalhada da proposta e resolvemos não aceitar. A adesão total para nós não é interessante porque fere a autonomia da universidade. E essa apreciação não é apenas nossa, até hoje apenas 10 das 43 universidades federais aderiram à empresa, o que mostra que é preciso escolher outro cenário para resolver os problemas dos hospitais universitários”, afirmou Akel Sobrinho. “Resolvemos trazer esse assunto para a pauta do Coun porque era um assunto que já estava gerando insegurança entre os servidores”, completou.
Para o governo, a Ebserh seria uma forma de acabar com os problemas de verbas e contratação de pessoal que comprometem o funcionamento dos hospitais. Na visão do reitor, no entanto, a Ebserh não resolve, principalmente, o segundo. No HC da UFPR, segundo o reitor, cerca de 100 leitos estão fechados por falta de pessoal e seriam necessários aproximadamente 600 novos funcionários para recompor o quadro, o que não seria possível com a adoção da Ebserh. “Rejeitada a Ebserh, vamos buscar, com lideranças do governo e com o MEC, outras formas de resolver isso”, afirmou.                                                                                                               UFPR decide não "terceirizar" administração do Hospital de Clínicas - Saúde - Gazeta do Povo
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